sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Plebiscito Já em Sorocaba ganha apoio e comove população


Na manhã de quinta-feira (23), lideranças locais e da região, além da representantes do deputado estadual Campos Machado, iniciaram, em Sorocaba - na Praça Cel. Fernando Prestes, as atividades de rua da Campanha "Plebiscito Já!" - Redução da Maioridade Penal, idealizada pelo líder do PTB.

Estavam presentes Claudio Ferreira, André Nogueira, Dr. Eduardo Vieira, Bira Capellari, Sandro de Freitas, membros do Sindicato dos Comerciários, dentre outros apoiadores da campanha.
Emoção de um pai que perdeu filho para as drogas e o crime

Centenas de sorocabanos assinaram, declarando ser favoráveis ao plebiscito, sendo que muitos relataram experiências vividas com menores na criminalidade.

Um deles, um pai, que, desesperado, procurou os responsáveis pela ação, além de aderir à campanha, disse ter um filho menor de idade, dependente de drogas, ainda portador de uma arma de fogo, sendo responsável por vários roubos e furtos. O pai chegou a dizer: "Não aguento mais!"
Segundo os organizadores da campanha em Sorocaba e região, novas ações já estão sendo programadas. No domingo, 26/1, eles vão colher assinaturas na Feira da Barganha, tradicional ponto de encontro da cidade.

Confira todas as fotos na seção "Acontece"


Mais informações sobre a campanha:



SITE - AGUMENTOS: http://www.maioridadepenalja.com.br/#argumentos

sábado, 18 de janeiro de 2014

"Plebiscito Já" para Redução da Maioridade Penal avança no interior e terá ações no litoral

A campanha nacional "Plebiscito Já", idealizada pelo deputado Campos Machado, visa à coleta de assinaturas em apoio à convocação de um plebiscito, para que a população brasileira decida sobre a questão da Redução da Maioridade Penal. 

Diversas pesquisas de opinião apontam que mais de 90% dos brasileiros defendem a redução.

A campanha já obteve o apoio (assinaturas físicas) de 180 mil pessoas, e novas ações de campo estão programadas na Capital, no interior e no litoral.

Segundo o deputado, o movimento será intensificado em todo o Estado e no restante do país. Nos próximos dias, as cidades de Sorocaba, Campinas e São José do Rio Preto receberão barracas, listas de assinaturas e cartazes, e colocarão a campanha nas ruas.

O mesmo acontecerá na Baixada Santista, onde já existe uma coordenação, a cargo do vereador Serginho Sim. O trabalho, nas praias paulistas, terá várias unidades de um modelo de guarda-sol personalizado com a logomarca da campanha.

Campos Machado comentou, também, sobre o grande número de listas que tem recebido de pessoas que acessaram o blog, imprimiram o abaixo-assinado e colheram as assinaturas junto às suas famílias, amigos, vizinhos e colegas de trabalho.

Ainda de acordo com o líder petebista, diversos setores da sociedade civil, tais como sindicatos, associações e movimentos de parentes de vítimas, têm demonstrando grande interesse em divulgar e participar das ações.


Acesse o blog Plebiscito Já e saiba como participar:
http://plebiscitojamaioridadepenal.blogspot.com.br/ 


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Max e Batoré agitam Plebiscito pela Redução da Maioridade Penal emSanta Bárbara d´Oeste

Santa Bárbara d"Oeste - Max Panaggio e o petebista Batoré entraram de vez da campanha nacional pela redução da maioridade penal, lançada pelo deputado Campos Machado.


A campanha “Plebiscito Já”, sobre a redução da maioridade penal, ganha apoio em Santa Barbara d´Oeste e cidades da região, para promover a realização de um plebiscito, e que visa de 1 milhão de adesões. 

O Instituto DataFolha publicou estudo mostrando que 92% dos brasileiros querem punições mais duras para menores de 18 anos. Para o Secretário-Geral do grupo, Max Panaggio, “a iniciativa prevê encontros, manifestações pacíficas, coletas de assinaturas com o objetivo de sensibilizar o Congresso Nacional a aprovar a realização do plebiscito. Hoje, com a velocidade da tecnologia, do conhecimento e da informação, um jovem de 14 ou 15 anos, com um simples celular, um tablet ou computador, tem o mundo todo ao seu alcance, e com a completa noção do que é certo e o que é errado, o que é legal e o que é crime, o que é e o que não é permitido. Não podemos mais tapar o sol com a peneira.". 

“Desta vez as assinaturas serão reunidas também pela internet, discussões sobre a idade ideal para o início da responsabilização criminal é tema a ser deliberado no Congresso Nacional, mas, o fundamental, é o resultado do plebiscito feito à população brasileira, que dará legitimidade para a mudança que se pretende, quem optar pelo caminho do crime deve responder as suas consequências, não podemos ficar reféns do medo. Somente a mobilização popular pode alterar este estado de coisas que está ceifando vidas inocentes, cada dia de forma mais cruel, além de transformar qualquer um de nós, brasileiros, em vítimas potenciais" finalizou o Coordenador regional da campanha, Edivaldo Meira – Batoré.


Participe, vamos manifestar nossa opinião contra a violência. A partir de 2014, serão montadas tendas, nos principais pontos das Cidades da região para coletar assinaturas.

Para assinar e saber mais sobre a campanha, acesse:www.maioridadepenal.rg10.net .




Edivaldo Meira – Batoré 
Coordenador Regional


Max Panaggio
Secretário-Geral








terça-feira, 10 de dezembro de 2013

ENCONTRO NA CÂMARA MUNICIPAL DE ARUJÁ DISCUTE REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL‏


O deputado Campos Machado, presidente estadual do PTB, participou, no domingo (8/12) de uma reunião que discutiu a redução da maioridade penal. A redução é uma bandeira que o deputado empunha há mais de 20 anos e que foi retomada este ano.

A campanha pretende coletar 1,5 milhão de assinaturas para a realização de um plebiscito onde o brasileiro vai dizer com qual idade menores de 18 anos que cometem crimes devem ser punidos. 

O movimento pelo "Plebiscito Já" conta com 170 mil assinaturas. Segundo o coordenador político Waldomiro Ramos, já foram reunidas cerca de 20 mil assinaturas na região. 

Participaram do encontro parlamentares, representantes da Polícia Militar e associações de vítimas de crimes cometidos por menores de 18 anos.

Marisa Deppman, mãe de Victor Deppman, assassinado quando um rapaz de 17 anos e 11 meses tentou roubar seu celular, afirmou que a certeza da impunidade é que leva ao crime. O assassino de Victor, por ser menor, cumpre medidas socioeducativas e estará em liberdade em breve.

"Está na hora da sociedade cobrar ações. Unidos, vamos conseguir mudar a lei. Em Brasília tem muita gente surda. Esta bandeira me machuca, mas não vou desistir. A morte de meu filho não será em vão", afirmou Marisa.

"Defendo a punição de menores que cometem crimes. Bandidos de 14, 15 ou 16 anos têm que ir pra cadeia. Qual a diferença de levar um tiro de uma pessoa de 18 anos ou de 14 anos?", questionou Campos Machado.

A partir de janeiro, a campanha, que se concentra no Rio de Janeiro, São Paulo, e no Distrito Federal, vai ser ampliada e deve atingir todos os demais estados brasileiros, segundo informou Campos. 





segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

PTB MULHER NA CAMPANHA PLEBISCITO JÁ‏

No sábado, 7 de dezembro de 2013, militantes do PTB Mulher da Capital da Zona Oeste, reuniram-se na região comercial da Lapa e conseguiram muitas adesões para a Campanha Plebiscito Já para a Redução da Maioridade Penal.




quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Morte de médico reacende debate sobre a maioridade penal

De A Tribuna On-line
*Com informações de Suzana Fonseca 


Dois menores foram responsáveis pelo assassinato
O assassinato do médico Marco Antonio Loss por dois menores de idade, no último sábado, em Santos, reacendeu a discussão sobre a redução da maioridade penal. Em enquete realizada por A Tribuna On-Line, 87% dos internautas acreditam que crimes como este só ocorrem porque os adolescentes infratores estão imunes às leis que punem os adultos.

A internauta Vanessa Borges é uma das que defendem mudanças na lei. “Fico indignada com tamanha violência e banalização da vida (...). Sou totalmente a favor da redução da maioridade penal. Eles roubam, matam, estupram, sequestram e são tratados como crianças. Realmente é uma vergonha”, lamenta.

Assim como Vanessa, o internauta Mário Machado também critica o código do processo penal. “Enquanto não tivermos mudanças drásticas nas nossas leis, vamos continuar a lamentar a morte de pessoas e bem e ainda sustentar paralisas nocivos, como se fossem coitadinhos”.

”Eram menores, mas tinham arma de fabricação Argentina e uso das Forças Armadas. Sabiam dirigir. Os dois se conheceram na Fundação Casa onde já foram internados para recuperação. No local, ao invés de curá-los, os fortaleceram para outros abusos que cometem, ao que parece, com orgulho (...). Esses fatos não só se repetem como se agravam e atualmente estão ultrapassando todos os limites”, critica a internauta Izabel.

Para tratar do assunto, A Tribuna ouviu dois especialistas: o pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Salla, e a doutora em Educação e Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Rosana Maria César Del Picchia de Araújo Nogueira. O primeiro é contra a redução da maioridade penal, enquanto a segunda a defende.

Contra

“É um debate bastante antigo e, como sempre, polêmico”, afirma o pesquisador do NEV. “Não tem perspectiva de solução, porque o debate sempre fica efervescente à medida que há casos mais chocantes”.

Salla explica que não vê com simpatia a redução da maioridade penal. “O grande problema não é a questão da punição. Na maior parte dos casos, já houve um fracasso generalizado, desde a educação familiar e escolar. Quando tudo isso já fracassou, o jovem vai entrar no sistema punitivo”.

De forma equivocada, na análise do pesquisador, fala-se que o jovem não terá punição. “Em geral, os juízes são severos, impõem internação. Os jovens são punidos. Talvez não na escala com que a sociedade gostaria de ver”, argumenta.

“Colocá-los mais cedo no sistema de Justiça significa amplificar a chance de eles terem mais tempo em contato com o crime”, alerta Salla. “Está, de certa forma, estimulando a inserção deles (no mundo do crime). Temos que fazer com que eles não voltem a cometer infrações. Apostar na oportunidade de ficarem em um lugar em que possam aprender e ter outros referenciais”.

A favor

Já Rosana Maria César Del Picchia de Araújo Nogueira defende a redução da maioridade penal. “Isso está ligado fundamentalmente ao uso de drogas. É condição sine qua non. Nunca vi um infrator não ser usuário de drogas e participante do tráfico. São usados pelo tráfico porque não têm idade para serem presos”.

A cientista política pesquisou jovens moradores da Zona Oeste de São Paulo para seu trabalho de doutorado. E tem uma visão diferente dos motivos que os levam para esse tipo de situação. “O jovem entra nisso porque ele quer”, garante. “Tem que diminuir a maioridade penal. Se tenho capacidade para escolher meus candidatos, também tenho para responder pelos meus crimes”.
Foto de Carlos Nogueira